quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Há beijar e beijar... e beijar... e beijar... e beijar...


Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.

Mas foram os romanos que difundiram a prática. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium (sim, sim, suavemente eu gosto!), ou beijo dos amantes.

Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia (socorroooooooo!). Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro (bleghh).
Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.

No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente (toma!).

Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no "beijo de esquimó", eles esfregam os narizes (hummm tão bom!)

Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contacto dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo (uiiii deviam ser velhos, feios, desdentados, com herpes e mau hálito! Ninguém lhes pegava era o que era!)


Kiss Kiss Bang Bang

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Um amor maior...

“Foi em Julho de 1968, há quarenta anos, que o Papa Paulo VI fez publicar aquela a que muitos chamam «a mais contestada das encíclicas da história da Igreja»: a Humanae Vitae, sobre a regulação natural da natalidade.

A riqueza da Humanae Vitae nunca será colhida se dela se focar apenas a sua condenação da contracepção, sem atender ao seu lado positivo, à sua visão da beleza do amor conjugal como «continuação da acção criadora de Deus».
«O matrimónio não é, portanto, fruto do acaso ou produto das forças naturais inconscientes, é uma instituição sapiente do Criador para realizar na humanidade o seu desígnio de amor» (n. 8).
Deste desígnio faz parte a união entre as dimensões unitiva e procriadora do acto conjugal - « a conexão inseparável que Deus quis e que o homem não pode alterar por sua iniciativa» (n. 12).
A vida nasce do amor e o amor é aberto à vida porque não se fecha e não se confunde com um “egoísmo a dois” – este desígnio não é um mal a combater (como quem combate uma doença), um fardo ou um erro a corrigir, mas um dom belíssimo do Criador. Os esposos são chamados a cooperar com esse desígnio, porque não são «árbitros das fontes da vida», mas «seu administradores» (n. 13). A vida é um dom que os ultrapassa, os filhos, na sua génese como no seu crescimento, são um dom a acolher, não um objecto a dominar e manipular.
É contra este desígnio que atenta a contracepção, ao contrário do que se verifica com a regulação natural dos nascimentos, através da qual os esposos cooperam de forma consciente e responsável (não se limitam a uma atitude passiva) com esse desígnio, sem o destruir ou alterar, porque «usufruem legitimamente de disposições naturais» (n. 16).
O matrimónio como dom recíproco, total e fecundo é um sinal visível da comunhão de Deus...”

Pedro Vaz Patto
http://www.sexualidade-igreja.org/Opiniao/A-mais-contestada-das-enciclicas.html



«O amor que não custa não é amor»
Madre Teresa de Calcutá

sábado, 15 de novembro de 2008

Palavras...

intriga
enredo; mexerico; bisbilhotice; maquinação, traição; cilada

“O demônio é sábio: podendo evitar trabalho, ele evita. Sempre que pode, ele lança mão de sua armadilha mais fácil e mais efetiva: a intriga.
Quando a usa, o demônio faz pouco esforço - porque é o próprio homem quem trabalha para ele. Com palavras mal dirigidas, são destruídos meses de dedicação, anos em busca de harmonia.
Frequentemente somos vítimas desta armadilha. Não sabemos de onde vem o golpe covarde, e não temos como provar que a intriga é falsa. A intriga não permite o direito de defesa: condena sem julgamento.
Assim como às vezes somos as vítimas, outras vezes somos tentados a exercer o papel do carrasco. Por isso, cuidado com as palavras; elas têm poder, e o demônio sabe disso.”
Paulo Coelho
http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/2008/09/30/da-intriga/



O meu inferno são os outros.
TOLSTOI

domingo, 9 de novembro de 2008

Faz-se caminho andando...



"Pela Estrada Fora" por Erik Reis


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Noticias...


Graças aos comentários dos leitores... (ya 2! lol mas há um que anda na sombra e outro que anda perdido... e a outra, olhem nem sei dela!!)... recuperei o ânimo!

E como a Helena acha que há que haver noticias aqui, aqui vão elas:

Barack Obama é o novo Presidente dos EU... já repararam como o nome é interessante? OBAMA... OSSAMA... enfim... americanices! Agora for de brincadeira, espero é que isto corra melhor do que até aqui!

E agora as coisas importantes... um postzinho que tinha guardado para vocês!

As dentadinhas amorosas recomendadas pelo Kama Sutra…

A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.

Dentada escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.

Dentadinha clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.

O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.

A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.

O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.

A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.

E a minha preferida de todas… eu ADORO dentadinhas!

Mordida de Javali
O rasto que deixa na pele é como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro… e eu acrescento, nas costas ao ladinho da linha da coluna vertebral…. ahhahhahhhhahhahhah!


Dentadinhas a todos!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

For Sale...


Vende-se blog.

Pouca utilização e menos utilidade...
Alguns leitores com visitas diárias mais ou menos regulares e pouco criticos (diria até amistosos!)...
Arquivo de artigos (muito pouco) interessantes... com riqueza de imagem (ahahaah)

Motivo: desânimo do autor!
Aceitam-se permutas...

Beijinhos beijinhos... ahhhhhhhhhhhhhh!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Tenho saudades…




Tenho saudades dos acampamentos, das tendas, do sol, da chuva, das estrelas,
do cheiro da caruma molhada logo pela manhã,
das conversas à volta da fogueira, dos raids e dos azimutes e das cartas…
mas mais das cumplicidades partilhadas na tenda…
dos cigarros proibidos fumados por detrás do monte do campo da segunda
e da pasta de dentes no bolso de trás… para disfarçar o cheiro.

Saudades dos fogos de conselho, de dormir de kispo, barrete e luvas (porque ‘tá frio, bolas!)…
Saudadinhas dos meus 15 anos…

Saudades do tempo partilhado em grupo…

Deixo-vos um texto de B.P. fundador do escutismo, editado no seu livro “O caminho do triunfo”:

“A canoe trip is like the voyage of life.
An old 'un ought to hand on piloting hints. The only true Success is Happiness.
Two steps to Happiness are:
Taking life as a game and giving out Love. The Burmese are an example of a happy people. Happiness is not mere pleasure nor the outcome of wealth. It is the result of active work rather than the passive enjoyment of pleasure. Your success depends on your own individual effort in the voyage of life,
And the avoidance of certain dangerous Rocks. Self-education, in continuation of what you have learned at school, is necessary. Go forward with confidence. Paddle your own canoe!”

Impele a tua própria canoa e não contes que outros te remem o barco...

E para rir e relembrar (apenas para alguns!)…

Adoro o campo, os abrigos e as tendas
As bolachas e o café
Que se comem à volta de uma fogueira
Sentado, deitado ou de pé

Adoro as melgas e os mosquitos
Que pairam sobre nós
Nas noites escuras de acampamento
Quando não estamos sós

Adoro o people que alinha nisto
Nisto é não só
É tudo bué, bué de bacano
mas ninguém sabe um nó!


:-) Sorrisinhos a quem passa!