domingo, 18 de janeiro de 2009

Apelo

My friends
A união zoófila precisa de ajuda!
Reportagem Correio da Manhã - 5.01.2009
A instituição, de 57 anos, acaba por ser o porto de abrigo para muitos animais abandonados: "Quando morre alguém que tem gatos em casa, por exemplo, ninguém na família quer ficar com eles e entregam-nos. Mas os gatos sentem a ausência do dono e suicidam-se, recusam comer e viver apesar de todo o carinho com que são tratados", explica Maria da Luz Cândido, uma das funcionárias do gatil.
A maioria dos animais que a União acolhe são abandonados ou são ninhadas de rua, mas na memória de Luísa Barroso ficaram marcados alguns episódios: "Uma vez apareceu uma senhora grávida para entregar o cão que tinha há anos, simplesmente, porque a médica a tinha aconselhado por causa do bebé. Outro episódio foi o de um casal que se divorciou e nenhum dos dois quis ficar com o cão. Deixaram-no à porta do canil."
No gatil os animais estão escrupulosamente divididos entre os mais velhos, os portadores de doenças contagiosas e os mais novos. Ao contrário dos cães, cuja hora do recreio e do passeio é rotativa, os gatos não saem do seu espaço. "Não temos recreio para gatos", explica a porta-voz da União.
Lista de coisas mais urgentes:
COMIDA
Entregue ração e/ou latas de comida para cães e gatos de qualquer marca.
MEDICAMENTOS
Alguns medicamentos de uso humano podem ser utilizados em cães e gatos. A União recolhe em comprimidos e injectáveis Atarax, Nizale, Bisolvon, Primperan, Ulcermin e Clamoxyl. Também necessitam de soros e de seringas de 2,5 e de 5 cm3.
DONATIVOS
Pode entregar o seu donativo em dinheiro e receber automaticamente o seu recibo ou através de cheque endossado à União Zoófila para Apartado 14090; 1064-811 Lisboa. Receberá em casa um comprovativo da doação.
PRODUTOS
Neste momento a União Zoófila necessita de uma máquina de lavar roupa (industrial), coleiras desparasitadoras, detergentes, areias para gatos, camas para cães e gatos.
Estamos a organizar uma campanha, se quiseres participar diz...
Bjs a todos

sábado, 10 de janeiro de 2009

Palavras...

Arvore de Natal - Bolas, tenho de a desmontar, guardar as bolas e os enfeites... não me apetece nada!
Casa - Bolas, tenho de a pôr em ordem... lavar, passar, arrumar, limpar... não me apetece nada!
Dinheiro - Bolas, ganho e gasto, ganho e gasto...
Frio - Brrrrrrrrrrrrrrr... está tanto, tanto, tanto...
Obelix - Hoje roeu-me um cachecol! Devia estar com frio...
Relatório - Bolas, tenho um para terminar... não me apetece nada!
Saco de água quente - o meu fiel companheiro de todas as noites!
Verão - Bolas, uma coisa tão boa que dura tão pouco tempo! Que saudades...


:))

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Resoluções de Ano Novo...

Ponto prévio: ao contrário de muitos, nunca tomei resoluções de Ano Novo. Mas este ano, vou fazê-lo e vou cumpri-las!

1) deixar de fumar
2) emagrecer 12 kgs
3) praticar uma actividade fisica diária (para além de sexo lololololo)
4) acordar cedo todos os dias e não voltar a chegar tarde ao trabalho
5) fazer muitos contactos, apresentações, propostas e conseguir projectos
6) poupar 0,20€ por dia (sim, 20 cêntimos, grão a grão enche a galinha o papo lolol)

Beijos a todos!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Carta ao Pai Natal...

24 de Dezembro de 1978
Querido Pai Natal
Tenho 5 anos e recordo-me apenas vagamente do Natal do ano passado.
Fui passá-lo com os meus avós no Monte. A mãe disse que não podiamos levar os presentes, como não temos carro, temos de ir de barco e depois de comboio até à estação da Funcheira. Depois o meu avô vem nos buscar na carroça do vizinho, atralada ao macho do vizinho, que é castanho. Nós temos um burro, é cinzento e chama-se Bonito e também temos uma vaca, chama-se Beca.
A mãe disse que não podíamos levar os presentes e os avós que vivem no monte longe de tudo também não tinham presentes... pelo menos dos embrulhados! Mas tinham galinhas e porcos, e forno de cozer o pão. Também não havia arvore de Natal. Mas no dia 24 a minha avó escolheu uma galinha, a minha mãe matou a galinha e depenaram-na em agua a ferver. A mãe não me deixou ver, diz que que tenho pena e começo a chorar e a galinha nunca mais morre! Depois o pai e o avô Chico arranjaram a lenha e assou-se a galinha no forno do pão.
Não havia árvore de Natal mas havia bolo de azeite, pudim servido nas chávenas de porcelana de uma fábrica qualquer muito importante (a minha mãe diz que é uma pena!) e na manhã do dia 25 a minha avó fez fatias de ovo e café e havia pão e chouriço do porco e presunto.... No dia de natal os vizinhos mataram um borreguinho... coitadinho! Eu não comi, a mãe deu-me canja e galinha! hummmm
Quando voltámos para Lisboa, já era Janeiro e... tinha os presentes todos no meu quarto para desembrulhar... foi assim um bocadinho como se fossem dois Natais.
Este ano não vamos ao Alentejo passar o Natal. O pai tem de trabalhar. Mas vem cá a tia Maria e a prima Dora e o tio Cândido. A mãe anda sempre a cantarolar e fez uma arvore de Natal muito bonita que está em cima do aparador da sala. A mãe cozinha bem e tem muita força para bater a massar e fazer as filhozes e as azevias e faz rabanadas e fatias de ovo, só para mim...
Eu estou a limpar a minha bota para a deixar na chaminé... deixa-me muita prendas por favor e também a bicicleta e o cão.
Clara

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Sai uma rodada p'rá mesa do canto...


Pessoal não quero que vos falte nada!

À nossa e aos nossos blogs! Que nunca nos faltem as palavras, nem os leitores!

Obrigado a todos (2) lolololololololol

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Aniversário...


O meu blog faz hoje (11.12) 1 aninho... e eu que o tenho tratado tão mal... mas tenho tido tanto trabalho e tem estado muito frio... brrrrrrrrrrrrrr... e tem-me faltado a imaginação para escrever... e depois dizem-me que isto "ah e tal parece a revista Maria"... mas prometo que tudo isso vai mudar (menos a parte da Revista Maria!).


2036 visualizações... xiiiinamen!


Beijos a todos neste meu aniversário!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Há beijar e beijar... e beijar... e beijar... e beijar...


Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.

Mas foram os romanos que difundiram a prática. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium (sim, sim, suavemente eu gosto!), ou beijo dos amantes.

Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia (socorroooooooo!). Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro (bleghh).
Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.

No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente (toma!).

Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no "beijo de esquimó", eles esfregam os narizes (hummm tão bom!)

Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contacto dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo (uiiii deviam ser velhos, feios, desdentados, com herpes e mau hálito! Ninguém lhes pegava era o que era!)


Kiss Kiss Bang Bang