sexta-feira, 7 de março de 2008

Na senda da banana... ainda!


Continuo a só ter vontade de dizer “bananas”.

Ainda para mais a banana, que não tem caroço, porque não cresce numa árvore (citando o poço de cultura Digníssimo Senhor Engenheiro 227), parece-me um fruto indicado para quem não quer dizer mais nada. Podia também dedicar-me a comer bananas, mas tal acto é impraticável por vários motivos, os quais passo a enumerar:
- A banana é um fruto caro e os meus rendimentos são escassos…
- A banana engorda e as minhas carnes já são generosas…
- A banana é fálica e isso poder-me-ia lembrar de outras bananas que não são para aqui chamadas…

Por isso dedicar-me-ei apenas a falar “bananas” e a escrever “bananas”.

Abordando o assunto por outra perspectiva, temos também a definição por essa outra erudita (assídua leitora deste blog) Senhora Professora Revoltada.
Passo a expor que:


A bananeira é uma planta herbácea, com porte de 2,0-8,0 m com raízes fibrosas e superficiais; o caule verdadeiro é subterrâneo - rizoma - as folhas têm bainhas (os pecíolos) que se justapõem formando um falso caule - pseudo caule - aéreo. A inflorescência tem flores masculinas, femininas e por vezes hermafroditas; os frutos - bananas - são partenocárpicos (não provem de polinização). Não há sementes viáveis.

E eu, pobre de espírito, que sempre vi a banana como um fruto de casca amarela e interior amarelo mais pálido, que apenas gosto de comer quando está ainda verde (leia-se muito pouco madura), pois é quando está mais rijinha e saborosa. Gosto principalmente do interior da banana, esse filamento cinzento que parece o “cócózinho” da banana (fizesse ela cocó, claro). E afinal andei para aqui estes anos todos a comer uma coisa partenocárpica, que nem sequer provém de polinização!!!

E pronto, deixo-vos com algumas referências históricas à banana:

Bananamen - The story of isthmian politicians, ambitious entrepreneurs, and mercenaries who dramatically altered the politics, economy, and society of Central America, from the late nineteenth century until the Depression – livro não traduzido de Lester D. Langley e Thomas Schoonover

Banana, alimento para os músculos, inclusive coração
A inclusão da banana, rica em potássio, na dieta habitual dos adultos e idosos está sendo recomendada pelos especialistas, depois de estudos acentuarem a importância do mineral para a função muscular adequada, inclusive o coração.
Uma banana média, de 115g, fornece um terço das necessidades diárias recomendadas de potássio. Cada banana contém cerca de 100 calorias, principalmente sob a forma de frutose e amido, que o corpo converte em energia.

Opáh! Fonte de energia, sim senhor!

A índia é o maior produtor de bananas, com 16.8 milhões de toneladas de produção em 2005!
Cá está! Quem me conhece sabe que sou descendente de Indianos (a minha bisa era de Goa)

E vou propor à ONU que 2009 seja o Ano Internacional da Banana!! Pois não fica atrás da importância da Batata!!

2 comentários:

xein disse...

toma lá morangos que cá eu não ligo nenhuma a bananas...


a comê-las que sejam rijinhas, também!


sente-te abananada!

tiago disse...

ja tou um bocado enjoado com esta história das bananas.. falem de coisas mais interessantes tipo.. papel higienico!